Protetor solar: como escolher o melhor para você?

10/12/2018

Com o verão e o calor chegando, já começamos a pensar em praia e piscina. Afinal, é o que o verão traz de melhor, não é? Porém não podemos deixar de nos cuidar neste momento. Ter um protetor  solar por perto é sempre muito importante, já que é o nosso principal aliado contra o câncer de pele. Mas como escolher o protetor ideal para a sua pele?

Entendendo os raios UV

Sabemos que os protetores solares evitam danos à nossa pele, como queimaduras, manchas, envelhecimento  cutâneo e doenças mais perigosas. Mas antes, vamos buscar entender um pouco mais sobre como os protetores solares funcionam para melhor escolhermos o ideal para você.

Sempre que escolhemos um protetor, nos deparamos com siglas como UV, UVA, UVB e FPS. O que tudo isso significa?

 

O FPS é a sigla para Fator de Proteção Solar, e indica o tempo que um protetor solar protege a sua pele. Esta informação costuma estar na embalagem do produto, com um número (10, 15, 30, entre outros). Assim, se o protetor solar possui FPS 30, ele protege 30 vezes mais do que se a pele recebesse a radiação sem proteção. É por isso que é importante estar atento ao quanto a sua pele aguenta, e reaplicar o protetor solar após algumas horas.

UV é a sigla para ultravioleta, a radiação emitida pelo sol que causa manchas, descamações, envelhecimento e queimaduras, situações que favorecem o câncer de pele. Existem 4 tipos de raios ultravioleta: UVA, UVB, UVC e UV-Vis.

Os raios UVA são aqueles que causam o envelhecimento da pele, causando alterações como rugas e flacidez. Estes raios conseguem ultrapassar completamente a camada de ozônio que fica na atmosfera da Terra, e possuem um comprimento de onda maior. Assim, são mais absorvidos pela nossa pele, chegando até as células da nossa epiderme. Ainda podem causar alergias e predisposição ao câncer de pele. Os raios UVA estão presentes antes das 10h e após as 16h.

Os raios UVB são os que causam vermelhidão e queimaduras. Possui um comprimento de onda menor e, assim, ultrapassa parcialmente a camada de ozônio da Terra, afetando a superfície da pele, ou seja, a epiderme. Estes raios são intensificados em estações quentes, e são mais fortes entre as 10h e 16h. Possuem um alto grau de intensidade e aumentam o risco de câncer de pele.

Os raios UVC possuem um comprimento de onda ainda menor, e assim, não atingem a nossa pele, sendo completamente absorvidos pela camada de ozônio. Os raios UVC são considerados como os mais perigosos, fortalecendo a importância de medidas para a preservação da camada de ozônio.

Ainda existe a luz visível, também chamada de infravermelho ou UV-Vis, e diferente da UVA e da UVB, afeta a camada mais profunda da pele, a hipoderme. A luz visível é proveniente de lâmpadas fluorescentes, televisores, celulares, tablets, etc. Hoje, é muito difícil não termos pelo menos um desses objetos em nossa casa. Isso faz com que a luz visível seja responsável por 10% do dano oxidativo que a nossa pele sofre, assim como por 1/3 da produção de radicais livres. Assim, faz com que seja um dos principais aceleradores do fotoenvelhecimento. Pode ainda causar queimaduras cutâneas e colaborar com o aparecimento de melasmas e hiperpigmentação.

Tipos de proteção solar

Além de entender os raios UV, devemos compreender as formas de proteção que são oferecidas pelos filtros solares e como elas funcionam. Existe a proteção física, química e biológica.

O protetor solar físico protege a camada mais superficial da pele, funcionando como um refletor. Assim, os raios UV batem na pele, refletem e não são absorvidos.

O protetor solar químico possui o objetivo de proteger a camada cutânea. É composto por moléculas que absorvem a radiação ultravioleta e a transforma em radiação de baixa energia. Assim, os raios UV não penetram a pele.

O protetor solar biológico tem o objetivo de reforçar a proteção através de uma formulação repleta de antioxidantes. Auxilia em casos de má aplicação ou na falta de uma reaplicação, realizando reparos imediatos nas agressões que passam pela pele.

Vitamina D x Protetor solar

Existe um dilema na área da saúde. Sabemos que exposição solar pode causar malefícios graves, como o câncer de pele. Por outro lado, a falta da exposição livre de protetores solares aumenta as chances de osteoporose, entre outras doenças. Isso acontece por que o corpo humano precisa da vitamina D, a “vitamina dos ossos”. E para a vitamina D ser absorvida pelo organismo, é necessário exposição solar sem protetores solares (mesmo um protetor com FPS 8 impede a absorção da vitamina D). Assim, os especialistas indicam a exposição solar de 15 a 20 antes das 10h da manhã livre dos protetores solares. É importante expor os braços, pernas, rosto e pescoço para garantir uma boa absorção da vitamina D.

90% da absorção de vitamina D em nosso corpo se dá através da exposição solar. O restante pode ser absorvido pela alimentação. Procure consumir leite, ovos, manteiga e peixes de água fria, como o salmão. Outra forma de procurar absorver mais a vitamina D é por suplementação.

A carência de vitamina D pode ser detectada através de exames de sangue ou de urina. Pessoas que passam maior parte do tempo dentro do escritório, de casa ou moram em algum lugar com pouca exposição solar devem realizar os exames e buscar a melhor maneira de repor a vitamina D ao lado de seu médico.

O protetor solar para você

Agora que já entendemos os tipos de luz UV e os tipos de proteção, vamos identificar o protetor solar para você. Todos os protetores solares da Buona Vita possuem proteção UVA, UVB e contra a luz visível. Ainda, todos oferecem proteção física, química e biológica. O que falta saber?

Primeiro, você precisa saber qual o seu tipo de pele: pele normal, pele oleosa, pele seca ou pele mista. Tendo isso definido, você pode escolher o protetor ideal para a sua pele. Conheça os protetores solares da Buona Vita.

Solar Hidra Active: oferece alta proteção UVA, UVB e contra luz visível. Possui ativos hidratantes e por isso, é ideal para peles normais e secas. Auxilia na recuperação do colágeno da pele, combatendo a flacidez e prevenindo o envelhecimento precoce. É resistente à água e não irrita os olhos. O Solar Hidra Active ainda funciona como uma segunda pele, protegendo contra a poluição. Oferece rápida absorção, proporcionando toque seco na pele. Possui versão 250g e 60g. Você pode conhecer melhor a versão home care clicando aqui.

 

Hidra Milk Sun: com proteção UVA, UVB e contra luz visível, o Hidra Milk Sun minimiza o entupimento dos poros, evitando inflamações, controlando a oleosidadeacne. Contém antioxidantes poderosos para prevenir o envelhecimento precoce e tratar a flacidez. Evita a oleosidade, sendo ideal para peles mistas e oleosas, com tendências acneicas. Rápida absorção proporcionando toque seco.

Hidra Sun ProgressBB Cream com proteção solar e tonalizante que se adapta a todos os tipos de pele. A pele adota uma textura macia e aveludada. Proporciona o disfarce das imperfeições e combate o envelhecimento através de uma formulação regada a vitaminas. Apresenta FPS 35 contra raios UVB e máxima proteção contra raios UVA. É também indicado para uso diário, assim como para finalização de procedimentos estéticos.

Estética Paliativa: o novo e promissor ramo do mercado

26/11/2018

Na medicina, já muito se fala sobre os cuidados paliativos, buscando uma maior qualidade na sobrevida do paciente. Estes cuidados são aplicados quando o tratamento causa efeitos colaterais ou a cura do paciente já não é possível. Assim, visam o alívio da dor, propiciando conforto, bem-estar e o controle dos sintomas. Mas onde que a estética entra nos cuidados paliativos?

O que é a estética paliativa?

É comum, em caso de pacientes terminais, acreditar que tudo que poderia ser feito pela saúde do paciente já foi realizado e falhou, não restando alternativa alguma. Porém, esquece-se do aspecto psicológico do paciente: ele ainda tem uma vida, possui sentimentos, amigos, necessidades. Ora, então por que não causar melhorias na vida dele, proporcionando maior conforto e elevando sua autoestima? Este é um dos pontos defendidos por Vanessa Menezes, esteticista pioneira em defender o paliativismo em sua área. Segundo a esteticista, um dos primeiros lutos que o paciente enfrenta é o de seus sonhos: de tudo o que desejou ser e da vida que imaginou trilhar, aspecto que costuma passar despercebido pelos profissionais.

Além desta mudança psicológica, acontece a mais notável e igualmente atormentadora para o paciente: a mudança física, normalmente devido aos efeitos colaterais dos tratamentos. Dessa forma, pode haver mudança de peso, perda de cabelo, aparência da pele fragilizada, entre outras.

Assim surge a estética paliativa, buscando oferecer tratamentos complementares, que veem o paciente como um todo, combinando cosméticos seguros e tratamentos variados de acordo com a necessidade do paciente. A estética paliativa vem para garantir o conforto do paciente, trabalhando juntamente a autoestima.

Para melhor entender o objetivo do profissional que adota a estética paliativa, vamos rever os princípios dos cuidados paliativos:

· Fornecer alívio para dor e outros sintomas estressantes como astenia, anorexia, dispneia e outras emergências oncológicas;
· Reafirmar vida e a morte como processos naturais;
· Integrar os aspectos psicológicos, sociais e espirituais ao aspecto clínico de cuidado do paciente;
· Oferecer um sistema de suporte para ajudar os pacientes a viverem o mais ativamente possível até sua morte;
· Usar uma abordagem interdisciplinar para acessar necessidades clínicas e psicossociais dos pacientes e suas famílias, incluindo aconselhamento e suporte ao luto.

A estética paliativa pode atuar nas áreas de oncologia, alzheimer, HIV, diabetes, pacientes com problemas renais, entre outras.

Estética humanizada e estética paliativa

É preciso salientar que a estética paliativa caminha de mãos dadas com a estética humanizada, justamente pela forma como ambas enxergam o paciente/cliente: como uma pessoa com sentimentos e necessidades físicas e psicológicas. A estética humanizada se refere ao respeito à vida e ao ser humano. Tal conceito deve ser aplicado desde o atendimento até a escolha dos cosméticos corretos para o corpo do cliente. Os cosméticos precisam ser seguros, livres de xenobióticos, substâncias nocivas como parabenos, propilenoglicol, óleo mineral, BHT, fragrâncias ou corantes.

Quando o paciente enfrenta doenças como: câncer, HIV, diabetes, transplantados entre outros, independente do gênero ou da idade, não apenas o corpo que passa por mudanças bruscas, mas seus pensamentos também estão abalados. Não é à toa que, ao ser diagnosticado por uma doença como essas, o médico costuma recomendar acompanhamento psicológico ou psiquiatra. Por isso, além do cosmético seguro, cabe ao profissional priorizar a saúde do cliente, assim como sua saúde mental e a disseminação do conhecimento. Neste aspecto, a estética humanizada e a estética paliativa são muito semelhantes.

Um ramo promissor no mercado

No início de 2018, o Instituto Nacional do Câncer (INCA) divulgou uma pesquisa que aponta que devem surgir 1,2 milhão de novos casos oncológicos entre este ano e o ano seguinte no Brasil. A cada ano, surgem 14,1 milhões de novos casos no mundo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) prevê que os casos de Alzheimer dobrem até 2030.

Com o aumento do número destas doenças, a estética precisa estar preparada para fazer seu melhor e atender este público. A estética paliativa exige bastante conhecimento do profissional, que deve trabalhar em parceria com o médico responsável pelo caso. O profissional pode trabalhar em atendimentos particulares, em hospitais, clínicas ou qualquer outra rede de saúde. O foco deste profissional não será a cura da doença, mas o controle dos danos colaterais do tratamento.

Linha Reviver e estética paliativa

Os tratamentos oncológicos são um bom exemplo de efeitos colaterais. O paciente enfrenta mudanças físicas que causam baixa autoestima e sensibilidade em sua pele. Nos pés e nas mãos, resseca a pele e causa muita sensibilidade, dificultando atividades mundanas e causando mal-estar. O mesmo acontece com a pele do corpo, que perde a elasticidade e se torna descamativa e dolorida, podendo apresentar sensação de queimação. Devido a isso, a Buona Vita, em apoio a estas campanhas e entendendo e a necessidade deste novo mercado, sempre priorizando a qualidade de seus produtos, em parceria com a profissional Isabel Piatti, lançou a Linha Reviver, ideal para peles extremamente sensíveis e ressecadas. Desenvolvida com carinho e atenção, a Reviver é livre de ativos prejudiciais ou alergênicos. Possui o exclusivo HDNR System, hidratando, dessensibilizando, nutrindo e reparando a pele danificada.

Os cosméticos Reviver possuem uma fórmula extremamente compatível com a pele. Assim, apresentam absorção imediata, sem a necessidade de o paciente esfregar a pele que já está machucada e sensível. Saiba mais sobre a linha Reviver clicando aqui.

 

 

 

Estrias: microagulhamento como tratamento.

12/11/2018

Entre as alterações inestéticas que causam queixas e levam os clientes até a clínica de estética, as estrias, sem dúvida, estão entre as mais constantes. Em um mundo cada vez mais padronizado, a estria causa descontentamento com o próprio corpo, afeta a autoestima e pode abalar a autoestima, afetando a qualidade de vida. Vamos então entender por que as estrias aparecem e um protocolo eficiente de tratamento.

Como surgem as estrias?

Antes disso, vamos entender quem são as pessoas mais afetadas pelas estrias. A estria pode acontecer simplesmente por predisposição genética. Mas esta não é a principal causa de seu aparecimento. As estrias afligem principalmente adolescentes, gestantes e obesos, e isso já nos diz bastante sobre o que causa seu aparecimento.

O principal motivo da pele apresentar estrias é o estiramento, que causa rupturas das fibras elásticas da derme com afinamento da epiderme. Pode acontecer devido ao crescimento acelerado do corpo (no caso de adolescentes), de um ganho de peso extra ou gravidez, já que  o corpo passa por várias mudanças durante a gestação, favorecendo o aparecimento de estrias.

Fases da estria

A estria possui uma trajetória, desde o rompimento das fibras elásticas até a sua cicatrização. É importante entender as suas fases para que se tenha ideia de qual procedimento a pele precisa, quais cosméticos e quantas sessões em cabine.

Rubra: as estrias rubras, ou vermelhas, estão no estágio inicial da alteração inestética. A degeneração das fibras ocorreu há pouco tempo e o processo inflamatório ainda está ativo. Significa que o corpo ainda está mandando sangue para a região, o que torna a sua aparência mais chamativa. É nesta fase que o tratamento possui maior eficácia, pois com o sistema vascular ativo, você consegue induzir o colágeno e a elastina com maior facilidade, e amenizar as marcas.

Alba: as estrias albas, ou brancas, são o estágio final da lesão, onde acontece uma cicatrização. Neste estágio, não há mais sistema vascular ativo na região. Assim, o tratamento se torna mais complexo, mas resultados ainda podem ser alcançados visando suavizar as marcas.

Microagulhamento

O microagulhamento é um tratamento profissional, onde são usadas agulhas esterilizadas de aço cirúrgico que, normalmente, são acopladas a um roller, um equipamento semelhante a um pequeno rolo. Quando aplicado à pele, causa uma série de pequenas lesões. Assim, busca a vasodilatação, e a estimulação da formação do colágeno. As agulhas também podem ser provenientes de uma caneta elétrica para microagulhamento.

Quando as agulhas penetram na pele, causam pequenas lesões, que estimulam o organismo a produzir mais colágeno e elastina. Isso acontece por que o corpo precisa “consertar” a lesão causada pelo equipamento, reorganizando as fibras da pele. E assim, o microagulhamento traz bons resultados para tratamentos de estrias, envelhecimento, flacidez de pele, cicatrizes de acne e queimaduras, e manchas.

O microagulhamento não é apenas utilizado para potencializar o colágeno da pele, mas também permite o que os profissionais chamam de drug delivery. Como a pele busca a proteção do corpo, pode ser difícil para o organismo absorver completamente os ativos dos cosméticos aplicados nos tratamentos. Com a aplicação do microagulhamento, há mais facilidade para os ativos chegarem até o interior do organismo, e os resultados são potencializados.

Microagulhamento para estrias

Sempre deve ser enfatizado que, para realizar o tratamento utilizando o microagulhamento, é preciso entender completamente o procedimento e possuir conhecimento sobre as formas corretas de aplicação. O profissional deve compreender as técnicas e decidir qual é a mais adequada e quais cosméticos serão associados.

Vamos então conhecer os cosméticos que serão utilizados durante o tratamento de estrias.

Higisystem: indicado para a assepsia da pele, o Higisystem também promove a hidratação e o efeito bactericida. Deve ser utilizado para preparar o local de tratamento, evitando infecções através de sua higienização.

Body Hidra: um sérum reparador para potente hidratação, que oferece um efeito regenerativo celular e de tecido. Possui fatores de crescimento insulínico, que ativam a proliferação de novas células cutâneas e estimulam a produção de novas fibras de colágeno e elastina.

Body Firm: sérum para combate a estrias. Reduz o risco de flacidez e melhora a elasticidade da pele. Possui Nano DMAE, que promove o efeito tensor, hidratação, ação anti-inflamatória e antioxidante. Ainda apresenta as vitaminas A e E.

Bio Lift: um creme corporal para o tratamento de flacidez e estrias. Com DMAE e Raffermine, promove a firmeza, elasticidade e maciez da pele.

Tratamento para estrias com microagulhamento

Vamos então conhecer os tratamentos para estrias, utilizando técnicas de microagulhamento associadas a cosméticos. Confira.

Passo 1: fazer a antissepsia das mãos do profissional e da cliente com Higisystem.

Passo 2: realizar a técnica de microagulhamento na região a ser tratada conforme conhecimentos técnicos. Você deve utilizar o equipamento que acreditar ser mais apropriado para o caso de seu cliente. A Buona Vita oferece o Dermaroller 0,50mm e o Dermaroller 1,00mm.

Passo 3: aplicar um Blend com os séruns Body Hidra e Body Firm, usando 10 gotas de cada sérum para uma região de aproximadamente 10×10 cm.

HOME CARE:

Indicar o creme de massagem Bio Lift. Aplicar após 24 horas do procedimento de microagulhar e diariamente massagear de forma circular até a sua absorção.

Frequência do tratamento: realizar o procedimento de microagulhar a cada 15 dias, podendo alternar as sessões com outros procedimentos.

Tempo de resultado: a partir da quinta sessão, já são identificados resultados muito promissores, inclusive para as estrias albas (brancas).

Caso ainda reste dúvidas, assista à live realizada no dia 5 de novembro de 2018, clicando aqui.

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