EUA proíbem uso de micropartículas de plástico em cosméticos. E no Brasil?

07/01/2016

Atualmente, não é só nossa beleza e saúde que importa, não é mesmo? Cada vez mais essa preocupação se estende também para o planeta, nos cuidados com o meio ambiente em que vivemos. Recentemente, um relatório das Nações Unidas — por meio do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) — fez algumas recomendações sobre a proibição de uso de microplásticos em cosméticos, cujo um dos principais é o polietileno.

Agora no final de dezembro de 2015, o presidente dos Estados Unidos assinou um decreto proibindo a utilização dessas micropartículas de plásticos em produtos cosméticos, como cremes e sabonetes esfoliantes, pastas de dente e esmaltes naquele país. Poucas pessoas imaginam, mas esse material é extremamente nocivo ao meio ambiente, na medida em que polui águas marítimas e prejudica os ecossistemas.

E no Brasil? Por aqui ainda não existe uma determinação por lei, mas a pressão é grande. Tanto que o relatório das Nações Unidas que sugere a proibição do uso das micropartículas de plástico em cosméticos levou muitas empresas do segmento a iniciarem estudos para a mudança, anunciada para acontecer até 2017, algumas ainda ao longo desse ano de 2016 (leia mais).

Mas por aqui já temos sim uma mudança. A Buona Vita saiu na frente e, assim que surgiram os debates e questionamentos sobre a contaminação das águas, foi decidida a substituição imediata, mesmo antes do relatório das Nações Unidas e de se ter uma proibição oficial. Tanto que em 2015 foi lançado o Body Peel, inovador esfoliante corporal ‘ultraecológico’, com ação física e química.

Para saber mais sobre o uso do polietileno em cosméticos e a substituição dessa substância proposta pela Buona Vita, clique aqui.