Bases biocompatíveis e o consumidor consciente

16/08/2016

Você já observou aqueles produtos e tratamentos que parecem ter tudo para serem eficazes, com uso de ativos e técnicas corretas, mas que por algum motivo não dão tanto resultado? O problema pode ser a base utilizada. Nós já falamos sobre as bases cosméticas aqui no blog , explicando sobre sua influência na eficácia e também na segurança do produto. Para deixar ainda mais clara a importância delas, vamos colocar a mensagem de uma maneira bem lúdica.

bolo_de_chocolateImagine um bolo de chocolate. Ele leva farinha de trigo, açúcar, margarina, leite e achocolatado. Mas, será que precisamos mesmo de todos estes ingredientes? Cada vez mais conscientes como consumidores, hoje temos acesso a outras formas de fazer o bolo, mais saudáveis, deixando intacta sua essência: o gostinho irresistível do cacau. Ao preparar, portanto, vamos preferir usar o cacau orgânico junto a uma farinha sem glúten, um açúcar de coco e uma manteiga ghee. Deste modo, o bolo saciará a nossa fome e vontade, mas sem prejudicar a saúde. Com os cosméticos, a lógica é a mesma. Nossa preocupação deve ir além do ativo, levando em conta tudo que o acompanha.

Livres de substâncias irritantes e sensibilizantes, com óleos vegetais, as bases biocompatíveis se assemelham à barreira natural da pele (manto hidrolipídico), otimizando a absorção. Esta seria a nossa “receita saudável”, o acompanhante ideal do seu ativo, ingrediente principal do cosmético.  Em oposição, as bases que utilizam óleo mineral causam tamponamento por não terem esta característica de compatibilidade com a pele. Derivado do petróleo, ele tem ação comedogênica. Os parabenos também são ingredientes para riscar da receita! Têm potencial estrogênico, causam alterações endócrinas e já existem estudos relacionando parabenos ao câncer.

img-meio-anbienteExpectativa do consumidor:
A crescente preocupação do público em geral com a saúde e o consumo consciente deve estar no radar do profissional de estética. A era digital transformou e aumentou o poder do consumidor final. Eles estão bem-informados e também críticos. Por dentro das tendências, você vai poder oferecer produtos de marcas alinhadas com as expectativas deste novo consumidor.

Imagem reclamandoTempos atrás, esse tipo de fiscalização acerca da ética e preocupação com a saúde e meio ambiente de uma empresa/negócio era dos órgãos competentes, ONG’s e veículos de comunicação. Atualmente, é o próprio consumidor que faz esta cobrança diretamente e, muitas vezes, publicamente. No fim das contas, é esta a cereja do nosso bolo: ter em mente que os clientes querem clareza sobre a fórmula dos produtos oferecidos e o que ela revela sobre o posicionamento social daquela marca. 

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