Esfoliação corporal e facial: qual a diferença

31/08/2017

A esfoliação é um processo muito importante para remoção de células mortas e impurezas da pele, com benefícios também para a renovação celular. E é muito comum a dúvida se existem diferenças entre o procedimento facial e o corporal. Na verdade, o que podemos dizer é que existem mais semelhanças do que diferenças, principalmente pensando no objetivo do procedimento, que é o mesmo para ambos os casos. O que pode mudar é o recurso utilizado e a frequência de aplicação, que varia conforme a necessidade de cada tipo de pele e o que é mais apropriado para cada pessoa.

Por isso nossa primeira indicação é de sempre procurar orientação com um profissional de saúde estética, que poderá analisar melhor as características de cada caso e quais os métodos mais indicados. No corpo, por exemplo, pode ser realizada uma esfoliação com sais de banho e, nesse caso, com menor frequência que no facial. Já as peles sensíveis merecem atenção redobrada, pois em muitos casos nem é indicado realizar esse tipo de procedimento.

TIPOS
Esfoliação física – age por meio da fricção de uma substância, dando preferência para o uso de um cosmético apropriado, como o que contém esferas vulcânicas em sua composição (substância natural, que não causa danos à pele, como microlesões, e nem prejudica o meio-ambiente). Esse tipo de peeling tem ação esfoliante e efeito gomagem (rolling).
Sugestão de produto: Peeling Buona Vita.

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Esfoliação enzimática – tem como base o uso de cosméticos com a presença de ativos de ação enzimática, tidos como uma alternativa tecnológica e natural à esfoliação química (ácidos). Agem de forma versátil, controlada, segura e com alta performance. Sua atividade queratolítica se dá de forma suave, mas eficaz, a partir das enzimas, que são proteínas consideradas essenciais em todas as funções biológicas do organismo. Apresenta ainda como vantagem o fato de ser menos agressivo, podendo ser usado até em peles sensíveis, bem como em todos os tipos e fototipos, inclusive em gestantes. Por não provocar fotossensibilidade, seu uso se torna propício em todas as épocas do ano, tanto em uso profissional como diário.
Sugestão de produto: Vita C Enzyme Buona Vita e SR4 Peeling Enzimático Buona Vita.

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Esfoliação química – Feita com aplicação de ácidos. Os mais comuns em cosméticos são os alfa-hidroxiácidos – AHAs (glicólico, mandélico, cítrico, málico, tartárico e o lático) e beta-hidroxiácidos – BHAs (ácido salicílico). É muito importante observar as indicações conforme os fototipos de pele, sendo o ácido glicólico comente para fototipos 1, 2 e 3 e o mandélico para todos os fototipos (de 1 a 6), mas em especial nos fototipos altos, por sua segurança de não apresentar fotossensibilização e poder ser utilizado em qualquer época do ano.
Sugestão de produto: Clear Peel Buona Vita, Mandepeel Buona Vita e A.S.Peel Buona Vita.

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Dicas especiais
– É importante que o profissional de saúde estética oriente o cliente a sempre utilizar proteção solar, pois, com a esfoliação, a pele acaba ficando mais sensibilizada.
– Se o cliente realizou o procedimento em cabine, não precisa refazer em casa. E, mesmo que pareça um processo simples, deve estar atento caso resolva fazer sozinho, pois poderá sensibilizar a pele e provocar efeitos indesejados.
– Se você é profissional de saúde estética e precisa realizar a esfoliação com uma certa frequência em seus clientes, lembre-se sempre de proteger as mãos, pois o atrito com os esfoliantes pode ser prejudicial.
– É importante sempre restabelecer o pH da pele depois da esfoliação, tanto facial quanto corporal, pois juntamente com a remoção das células mortas e impurezas, as esfoliações também retiram o manto de proteção da pele.
– A utilização do filtro solar é indispensável. Se o cuidado após realizar a esfoliação não for adequado, o resultado pode ser prejudicado e até surgirem efeitos indesejados.

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