Bases biocompatíveis: o pioneirismo que faz a qualidade.

29/10/2018

Estamos em 2018, e assim como a tecnologia é aprimorada, o desenvolvimento e a busca por maior qualidade dentro do campo dos cosméticos também passa por inovações. Assim, entramos em uma era de consumo consciente, em que buscamos entender melhor o que utilizamos em nosso corpo. Quando se trata de saúde e preservação da natureza, é aconselhado evitar cosméticos com xenobióticos e adotar as bases biocompatíveis.

Os cosméticos são compostos por uma série de ativos, mas não somente por eles. Para que um cosmético tenha a sua consistência, precisa de elementos conservantes e umectantes. Além disso, é preciso que o produto possua um “veículo”, ou seja, um elemento que carregue os ativos e leve-os até a pele, onde deverão ser absorvidos pelo organismo. Mas onde que os xenobióticos entram nisso tudo?

Conhecendo os xenobióticos.

Xenobióticos são substâncias químicas estranhas ao sistema biológico, ou seja, substâncias que não possuem tanta compatibilidade com o nosso corpo. Assim, causam reações indesejadas. Os xenobióticos mais comuns são: óleo mineral, parabenos e propilenoglicol. Vamos então conhecer um pouco mais sobre estas substâncias e suas reações em nosso corpo.

Óleo mineral: substância adquirida através da destilação do petróleo, muito utilizada na indústria cosmetológica para pele e cabelos. É utilizado como veículo de ativos, ou seja, como a base dos cosméticos. Mesmo que seja uma substância que busque também a hidratação, o óleo mineral causa o tamponamento dos poros, reduzindo a absorção e a eficácia dos ativos. O óleo mineral aumenta a sensibilidade cutânea, sendo uma substância alergênica. Outra reação observada foi o aparecimento de artrite reumatoide em alguns casos, uma doença inflamatória que afeta as articulações.

Parabenos: já muito conhecidos pelo público geral, parabenos são compostos químicos utilizados como conservantes. Presentes principalmente em cosméticos, os parabenos são um risco para a saúde pela forma que se comportam dentro do organismo. Os parabenos apresentam comportamento estrogênico, agindo como se fosse o próprio hormônio. Assim, causam desregulamento hormonal, alteração nos ciclos menstruais e na fertilidade, afetam os ovários e impulsionam alterações inestéticas como manchas, celulite e acne. É fortemente relacionado ao câncer de mama. Estima-se que existam parabenos em pelo menos 99% dos cosméticos do mercado.

Propilenoglicol: conhecido por ser liberador de formol, o propilenoglicol é uma substância utilizada para dar “liga” no cosmético, buscando deixar o produto mais consistente. O propilenoglicol possui formaldeído livre, moléculas altamente reativas que desenvolvem alergia de contato e sensibilização da pele. Ainda deve ser enfatizado que o formol é cancerígeno para o ser humano.

 

Mas se estas substâncias são tão nocivas para a saúde de nosso corpo, por que a maioria das empresas continuam utilizando em seus cosméticos? Em suma, devido ao baixo custo da matéria-prima. 1 litro de óleo vegetal possui um valor maior no mercado do que 1 litro de óleo mineral, e assim, os xenobióticos ainda tomam conta de grande parcela da cosmetologia.

Como identificar os xenobióticos?

Entendemos que os xenobióticos trazem muitos malefícios para o organismo. Então, o que podemos fazer? O ideal é buscar compreender as substâncias que estão nos cosméticos para escolher, de maneira inteligente, o ideal para você e sua saúde. O problema é que as empresas costumam utilizar o nome científico dessas substâncias, e assim, o rótulo fica mais complicado de entender. Mas podemos ajudar neste caso.

Quando ler o rótulo buscando por de óleo mineral, procure por mineral oil, paraffin, paraffinum liquidum, petrolatum, entre outros.

Já o propilenoglicol pode ser encontrado por dipropylene glycol caprylate, dipropylene glycol dimethyl ether, entre outros.

Você pode encontrar parabenos pelos nomes de: butylparaben, methylparaben, propylparaben, entre outros.

Você pode conferir a lista completa de xenobióticos no site da Buona Vita, clicando aqui.

Bases biocompatíveis

Depois de identificar os xenobióticos, resta migrar para cosméticos e empresas que usem apenas ativos que façam bem a você. A Buona Vita trabalha apenas com bases biocompatíveis desde 2007, priorizando o bem-estar e a saúde de seus clientes. Mas se a Buona Vita se livrou do óleo mineral, do propilenoglicol e dos parabenos, o que ela está utilizando para substituir estes componentes?

Óleo vegetal: para substituir o óleo mineral, o óleo vegetal é a principal pedida. Possui maior compatibilidade com a pele, sem apresentar potencial alergênico. Enquanto 1 litro de óleo mineral polui 1 milhão de litros d’água, o óleo vegetal não apresenta grandes riscos para o meio ambiente, sendo também a escolha certa para o meio ambiente.

Fenoxietanol: encontrado no rótulo como phenoxyethanol, é um composto químico orgânico utilizado como conservante. Também chamado de éter de rosas, é o substituto dos parabenos. O fenoxietanol pode ser encontrado na natureza no chá-verde, nas chicórias, entre outros.

Glicerina vegetal: obtida através de plantas, a glicerina vegetal é conhecida por possuir potente ação hidratante para pele e cabelos. Quando adicionada aos cosméticos, ela faz o papel de umectante, dando “liga” ao produto. Diferente do propilenoglicol, a glicerina vegetal contém uma quantia minúscula de toxinas, sendo raros casos de manifestações alérgicas.

As bases biocompatíveis não apenas evitam reações adversas e conservam a saúde do corpo, mas também potencializam o efeito dos cosméticos, promovendo resultados mais rápidos e eficientes. Isso acontece por que, como as bases vegetais são mais compatíveis com o nosso organismo, nosso pele aceita e absorve de forma natural. Como a base é melhor absorvida, o mesmo acontece com os ativos, e a eficiência do produto alcança outro nível.