Estética Paliativa: o novo e promissor ramo do mercado

26/11/2018

Na medicina, já muito se fala sobre os cuidados paliativos, buscando uma maior qualidade na sobrevida do paciente. Estes cuidados são aplicados quando o tratamento causa efeitos colaterais ou a cura do paciente já não é possível. Assim, visam o alívio da dor, propiciando conforto, bem-estar e o controle dos sintomas. Mas onde que a estética entra nos cuidados paliativos?

O que é a estética paliativa?

É comum, em caso de pacientes terminais, acreditar que tudo que poderia ser feito pela saúde do paciente já foi realizado e falhou, não restando alternativa alguma. Porém, esquece-se do aspecto psicológico do paciente: ele ainda tem uma vida, possui sentimentos, amigos, necessidades. Ora, então por que não causar melhorias na vida dele, proporcionando maior conforto e elevando sua autoestima? Este é um dos pontos defendidos por Vanessa Menezes, esteticista pioneira em defender o paliativismo em sua área. Segundo a esteticista, um dos primeiros lutos que o paciente enfrenta é o de seus sonhos: de tudo o que desejou ser e da vida que imaginou trilhar, aspecto que costuma passar despercebido pelos profissionais.

Além desta mudança psicológica, acontece a mais notável e igualmente atormentadora para o paciente: a mudança física, normalmente devido aos efeitos colaterais dos tratamentos. Dessa forma, pode haver mudança de peso, perda de cabelo, aparência da pele fragilizada, entre outras.

Assim surge a estética paliativa, buscando oferecer tratamentos complementares, que veem o paciente como um todo, combinando cosméticos seguros e tratamentos variados de acordo com a necessidade do paciente. A estética paliativa vem para garantir o conforto do paciente, trabalhando juntamente a autoestima.

Para melhor entender o objetivo do profissional que adota a estética paliativa, vamos rever os princípios dos cuidados paliativos:

· Fornecer alívio para dor e outros sintomas estressantes como astenia, anorexia, dispneia e outras emergências oncológicas;
· Reafirmar vida e a morte como processos naturais;
· Integrar os aspectos psicológicos, sociais e espirituais ao aspecto clínico de cuidado do paciente;
· Oferecer um sistema de suporte para ajudar os pacientes a viverem o mais ativamente possível até sua morte;
· Usar uma abordagem interdisciplinar para acessar necessidades clínicas e psicossociais dos pacientes e suas famílias, incluindo aconselhamento e suporte ao luto.

A estética paliativa pode atuar nas áreas de oncologia, alzheimer, HIV, diabetes, pacientes com problemas renais, entre outras.

Estética humanizada e estética paliativa

É preciso salientar que a estética paliativa caminha de mãos dadas com a estética humanizada, justamente pela forma como ambas enxergam o paciente/cliente: como uma pessoa com sentimentos e necessidades físicas e psicológicas. A estética humanizada se refere ao respeito à vida e ao ser humano. Tal conceito deve ser aplicado desde o atendimento até a escolha dos cosméticos corretos para o corpo do cliente. Os cosméticos precisam ser seguros, livres de xenobióticos, substâncias nocivas como parabenos, propilenoglicol, óleo mineral, BHT, fragrâncias ou corantes.

Quando o paciente enfrenta doenças como: câncer, HIV, diabetes, transplantados entre outros, independente do gênero ou da idade, não apenas o corpo que passa por mudanças bruscas, mas seus pensamentos também estão abalados. Não é à toa que, ao ser diagnosticado por uma doença como essas, o médico costuma recomendar acompanhamento psicológico ou psiquiatra. Por isso, além do cosmético seguro, cabe ao profissional priorizar a saúde do cliente, assim como sua saúde mental e a disseminação do conhecimento. Neste aspecto, a estética humanizada e a estética paliativa são muito semelhantes.

Um ramo promissor no mercado

No início de 2018, o Instituto Nacional do Câncer (INCA) divulgou uma pesquisa que aponta que devem surgir 1,2 milhão de novos casos oncológicos entre este ano e o ano seguinte no Brasil. A cada ano, surgem 14,1 milhões de novos casos no mundo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) prevê que os casos de Alzheimer dobrem até 2030.

Com o aumento do número destas doenças, a estética precisa estar preparada para fazer seu melhor e atender este público. A estética paliativa exige bastante conhecimento do profissional, que deve trabalhar em parceria com o médico responsável pelo caso. O profissional pode trabalhar em atendimentos particulares, em hospitais, clínicas ou qualquer outra rede de saúde. O foco deste profissional não será a cura da doença, mas o controle dos danos colaterais do tratamento.

Linha Reviver e estética paliativa

Os tratamentos oncológicos são um bom exemplo de efeitos colaterais. O paciente enfrenta mudanças físicas que causam baixa autoestima e sensibilidade em sua pele. Nos pés e nas mãos, resseca a pele e causa muita sensibilidade, dificultando atividades mundanas e causando mal-estar. O mesmo acontece com a pele do corpo, que perde a elasticidade e se torna descamativa e dolorida, podendo apresentar sensação de queimação. Devido a isso, a Buona Vita, em apoio a estas campanhas e entendendo e a necessidade deste novo mercado, sempre priorizando a qualidade de seus produtos, em parceria com a profissional Isabel Piatti, lançou a Linha Reviver, ideal para peles extremamente sensíveis e ressecadas. Desenvolvida com carinho e atenção, a Reviver é livre de ativos prejudiciais ou alergênicos. Possui o exclusivo HDNR System, hidratando, dessensibilizando, nutrindo e reparando a pele danificada.

Os cosméticos Reviver possuem uma fórmula extremamente compatível com a pele. Assim, apresentam absorção imediata, sem a necessidade de o paciente esfregar a pele que já está machucada e sensível. Saiba mais sobre a linha Reviver clicando aqui.