Dezembro laranja: câncer de pele e dermocosméticos.

09/12/2019

Câncer de pele e o dezembro laranja.

Dezembro laranja é o mês da prevenção do câncer de pele.

Parece que foi ontem que entramos em 2019. O ano passou voando e já estamos em dezembro de novo. Começamos a ver as propagandas de Natal e planejar nossas viagens. Mas também precisamos prestar atenção no dezembro laranja, e a sua importância na luta contra o câncer de pele. 

Depois do outubro rosa e do novembro azul só pode vir o dezembro laranja. Afinal, não poderia ser em uma data mais propícia: é daqui pra frente que a maior parte da população tira alguns dias para aproveitar o sol das praias e piscinas, expondo mais o corpo ao sol.

O dezembro laranja é a campanha nacional que busca conscientizar sobre os perigos e os cuidados para evitar o câncer de pele. Foi escolhida essa cor por remeter ao bronzeado, ao calor e ao sol.

Antes de tudo, precisamos dizer que o Brasil, por ser um país tropical e com elevada incidência de raios solares, tem muitos casos de câncer de pele a cada ano. E a melhor forma de mudar isso é cuidarmos mais de nosso corpo, principalmente com o protetor solar. Mas antes de falarmos sobre ele, vamos conversar sobre alguns dados do câncer de pele.

Dezembro laranja: o câncer de pele no Brasil.

Câncer de pele e alguns dados do Brasil.

Dados sobre o câncer de pele no Brasil.

A campanha do dezembro laranja ganha força ainda maior se considerarmos que o câncer de pele é o câncer mais comum entre os brasileiros. Isso equivale a 33% dos casos

A cada ano são esperados pelo menos 180 mil novos diagnósticos da doença. Esse número elevado, acredita o Instituto Nacional do Câncer, acontece porque os brasileiros associam o protetor solar aos dias de praia e piscina, mas esquecem desse importante dermocosmético durante o dia a dia. 

O câncer de pele é uma doença que acontece devido ao crescimento desgovernado de células da pele.

Mas o principal motivo não era o sol?

Não diretamente. O sol causa queimaduras na pele, que provocam mutações nas células e influenciam esse crescimento desgovernado. Por isso, o cuidado com a exposição da pele ao sol é muito importante. 

Dentre tantos tipos de câncer de pele, podemos dividir a doença em 2 grupos: melanoma e não melanoma. Esse último é o mais comum e também o mais fácil de tratar. 

O câncer de pele não melanoma é dividido entre o carcinoma basocelular e o carcinoma espinocelular. 

Entre os cânceres não melanoma, o basocelular é o mais frequente, e possui um baixo nível de desenvolvimento, oferecendo menos perigo. Isso porque as chances de metástase são baixas. Isso significa que a chance do câncer de pele se espalhar para outros órgãos é baixa. Porém, mesmo que a taxa de cura seja alta, é preciso tratar o mais rápido possível. 

Já o carcinoma espinocelular é o segundo tipo mais comum de câncer de pele, e é mais agressivo que o primeiro. Sendo responsável por 20% dos casos, cresce mais rapidamente e tem uma chance maior de metástase.

E, infelizmente, também existem os melanomas. Um melanoma é um tumor maligno, sendo um dos mais perigosos e com grandes chances de causar metástase, se espalhando facilmente para outros órgãos, como cérebro ou coração.

 

Como identificar o câncer de pele?

 

Dermatologista identifica o câncer de pele.

Existem algumas formas de identificar um possível problema na pele.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Saber como identificar um possível câncer de pele é muito importante. Estudos comprovam que quanto mais cedo acontecer o diagnóstico, menor será o dano e o desenvolvimento da doença. 

Assim como o câncer de mama, o câncer de pele é mais fácil de ser tratado quando o diagnóstico é precoce. E você pode fazer a sua parte, realizando um autoexame visual.

Mas o que procurar?

Primeiro lugar, o ideal é estar frente a frente com a pessoa que mais conhece o seu corpo: você. Fique em frente ao espelho para ter uma melhor visão da sua pele. 

O segundo passo é saber o que procurar. Vamos entender o A, B, C, D e E do câncer de pele. 

A, de assimetria. Utilize uma régua para separar a pinta no meio. Se o seu formato for assimétrico, procure um dermatologista. 

B, de bordas irregulares. As bordas das pintas geralmente são constantes, lisas e regulares. Se as bordas das pintas possuírem, por exemplo, variação de cor ou formato, melhor marcar uma consulta. E falando em cor…

C, de cor. Uma pinta saudável não deve ter mais de uma tonalidade. 

D, de diâmetro. Outra vez, utilize uma régua para medir o tamanho das pintas. Se alguma possuir tamanho superior a 6mm, procure um dermatologista. 

E, de evolução. Aqui, você também precisa utilizar a boa e velha memória. Lembrar como a sua pinta era e se ela mudou é muito relevante, e um dos principais pontos a serem levados em consideração. 

O que acontece na consulta médica?

O médico terá formas mais sofisticadas de identificar de uma vez por todas se a sua pinta/mancha é ou não um câncer de pele. 

As duas formas mais conhecidas são: dermatoscopia e biópsia

A dermatoscopia é um exame que utiliza um equipamento óptico. Semelhante a um microscópio, a lente deste equipamento permite uma ampliação 400 mais eficaz do que o olho nu. Assim, o médico pode visualizar de forma detalhada as estruturas da pele. 

A biópsia, por sua vez, é a remoção de uma pequena quantia do tecido, para que este passe por um exame laboratorial. O exame indicará a presença ou não de câncer de pele. 

Outras informações que o médico analisará. 

Mesmo analisando sua pele, o médico deverá analisar e pedir algumas informações. Tais como:

Qual o seu fototipo?

O fototipo da pele é o nível de pigmentação que a sua pele possui. Fototipos mais baixos, como 1, 2 e 3 indicam peles caucasianas e claras. Essas são mais suscetíveis a danos pelo sol e, consequentemente, ao câncer de pele. 

Qual a sua idade?

A grande maioria dos pacientes com câncer de pele possuem idade acima dos 40 anos. Mesmo assim, nos últimos anos cada vez mais pessoas jovens estão relatando casos também, o que pode ser uma consequência da falta de cuidados diários. 

Com o que você trabalha?

A exposição a alguns químicos, como o arsênio, ou a exposição a radiações aumentam o chance de câncer de pele. 

Algum histórico familiar de câncer de pele?

Pessoas com um histórico familiar da doença devem ter mais cuidado e se consultar regularmente para evitar o câncer de pele. 

 

Como posso prevenir o câncer de pele?

 

Utilize protetor solar e chapéu contra o sol.

O protetor solar e o chapéu estão entre as melhores formas de proteger a pele.

Sempre utilize o protetor solar. 

Podemos dizer com toda a segurança que o protetor solar é o melhor dermocosmético do mundo, e com certeza é o que oferece as maiores vantagens. O protetor solar evita que a sua pele evite danos causados pelos raios UV, e assim auxilia a prevenir o câncer de pele. O ideal é que o protetor possua filtro solar de pelo menos fator 15. 

Mas esse dermocosmético pode oferecer outros benefícios, como hidratação da pele, evitar a flacidez e tonalizante para disfarçar as imperfeições.

Use os acessórios. 

Além do protetor solar, você também pode se proteger dos raios solares com alguns acessórios, como chapéus, bonés, óculos de sol, guarda-sóis, sombrinhas e roupas fechadas. Fora isso, caminhar pela sombra é sempre melhor. 

Não faça bronzeamento artificial. Na verdade, não faça bronzeamento. 

Apesar do que muitos pensam, os raios UV das máquinas de bronzeamento são prejudiciais para a saúde da pele, e podem também causar danos e provocar o câncer de pele. O bronzeamento, ou seja, o processo de aumento de pigmentação da pele, apenas prejudica a pele. 

Faça o autoexame regularmente. 

De tempos em tempos, procure mudanças em sua pele: alguma pinta mudou? Alguma mancha aumentou? 

Ficar sempre atento aos sinais é a melhor maneira de evitar o câncer de pele. 

E aí, gostou desse texto? Faltou alguma dica? Deixe nos comentários. 

Benefícios da vitamina D para o rosto

02/12/2019

Vitamina D e seus benefícios para o rosto

O que a vitamina D pode fazer pela sua beleza?

O que você sabe sobre a vitamina D? Se perguntarmos por aí, provavelmente vamos ouvir que é boa para os ossos e que tem alguma relação com o sol. Mas o que algumas pessoas ainda ignoram é que a vitamina D tem um papel fundamental para a beleza.

A vitamina D está entre as grandes estrelas do momento, procurada e indicada por muitos profissionais. E se analisarmos, faz todo o sentido. Por que apesar de vivermos em um país tropical e com uma grande incidência de sol, a maioria da população tem deficiência de vitamina D. Mas como isso acontece?

Mesmo com a maioria dos dias quentes, praias, rios, entre outras características, a nossa rotina nos impede de pegar aquele solzinho tão necessário. E o sol é essencial para a produção de vitamina D

Para uma grande parcela dos brasileiros, o dia útil começa às 8h da manhã (logo após o nascer do sol) e acaba às 18h (próximo ao pôr do sol). Perdemos maior parte do horário de qualidade do sol.

Somado a isso, vivemos em um momento em que buscamos cada vez mais evitar o contato direto com os raios solares, para evitar o câncer de pele

A vitamina D, para ser produzida pelo nosso corpo, exige raios solares direto na pele, sem presença da proteção solar. Então, o segredo é equilíbrio entre a proteção da pele e a exposição solar.

 

5 benefícios da vitamina D para sua beleza

 

Benefícios da vitamina D.

Benefícios da vitamina D para sua pele.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Já ouviu falar em vitamina D para os ossos? Pois é, essa vitamina é vital para a absorção de cálcio, tornando os nossos ossos mais fortes e resistentes. Inclusive, para saber se está com déficit de vitamina D, preste mais atenção se está sentindo dores em articulações ou ao se exercitar. 

Mas e na beleza, onde entra a vitamina D? Vamos falar de alguns dos benefícios.

Vitamina D é antioxidante

Entre suas funções dentro da beleza, provavelmente seja a mais conhecida. 

A vitamina D funciona como um antioxidante, e desacelera o processo de envelhecimento da pele. 

Assim, atua diretamente na eliminação dos radicais livres da pele, corrigindo  linhas de expressão e rugas, deixando a pele com aparência bonita e menos flácida.

Sem acne para um rosto bonito

Tem problemas com acne? Se sim, vitamina D pode ser a solução. 

A vitamina D evita a formação de acne. Na verdade, o que ela faz é fortalecer o sistema imunológico, auxiliando na prevenção e tratamento de infecções de pele. 

Com atividade antimicrobiana, evita que bactérias se proliferem no rosto ou em lesões. Ou seja, está com excesso de acne? Pode estar com falta de vitamina D.

Pele seca? Hidratação é a resposta

E a vitamina D está pronta para deixar a sua pele muito bem hidratada.

Estimuladora do colágeno, a pele se mantém bela, jovem e hidratada. 

Apenas tome cuidado para não exagerar na exposição solar. Além de poder causar danos à saúde, também causa ressecamento. 

Renovação da pele

Acredite ou não, a vitamina D ainda tem mais benefícios para sua pele. 

O rosto adota uma aparência renovada. Isso porque a renovação celular acontece mais rapidamente, revitalizando a pele e a sua beleza.

 

Como posso absorver vitamina D?

 

Como absorver a vitamina D

Como o corpo produz a vitamina D?

Ok, já sei tudo que a vitamina D tem pra me oferecer. Mas como eu consigo essa vitamina? 

Na verdade, ela já é produzida pelo seu organismo. O que podemos fazer é estimular a sua produção.

Luz do sol

Como você já sabe, pegar um solzinho é a melhor forma de estimular a produção de vitamina D. 

O ideal é ficar no sol de 10 a 15 minutos por dia, com braços e pernas expostas. Sabemos que na correria isso pode ser difícil, mas faça um esforcinho. Lembre de não usar o protetor solar durante esses 15 minutinhos, ok?

E não adianta ficar mais tempo no sol para tentar produzir mais vitamina D. Você vai acabar causando uma lesão na pele, prejudicando sua saúde e sua beleza.

Suplementação

Uma maneira de identificar a falta de vitamina D no seu organismo é por exame de sangue. Sabe aquele exame de rotina que você faz todos os anos? Pede para seu nutricionista adicionar vitamina D e pronto: você logo saberá como estão seus níveis de vitamina D. 

Mas se você mora em uma cidade com baixa incidência de sol, como Curitiba e outras cidades do sul do país, o médico ou nutricionista pode decidir prescrever suplementação com vitamina D. 

É interessante decidir pela suplementação com o acompanhamento do profissional, já que o excesso da vitamina D também não é saudável.

Vitamina D na pele através de dermocosméticos

Quando estamos falando sobre a beleza da pele, você pode escolher dermocosméticos com os ativos corretos. 

O vederine, ou vitamina D like, é um ativo que imita a vitamina D na pele. O que isso significa?

Significa que o vederine restaura as funções dos receptores da vitamina D, que são lesados no processo de envelhecimento. Desse jeito, auxilia na recuperação da barreira cutânea e na renovação da epiderme, promovendo uma reestruturação da pele.

Alimentação

Existe uma variedade de alimentos que você pode incluir em sua dieta caso esteja com déficit de vitamina D. Além de variar a alimentação, você pode ainda tirar proveito de outros benefícios dessa dieta. Confira algumas das opções.

Salmão

Esse peixe, além de ser delicioso também traz inúmeros benefícios para sua saúde. É rico em vitamina D, ômega-3, proteína, vitamina B e potássio. 

Atum

Outro peixe que já está no gosto do brasileiro, também possui os seus benefícios. Fora a vitamina D, o atum apresenta efeito anti-inflamatório, auxilia no ganho de musculatura e fortalece o sistema imunológico. 

Ovos

Um dos alimentos mais comuns, ovos podem ser consumidos no almoço, janta e até mesmo no café da manhã. Além da vitamina D, o ovo oferece muita proteína. Mas lembre-se, o ideal é consumir cozido. Nada de fritar, ok?

Leite

Se você não costuma tomar café da manhã, talvez seja uma boa ideia repensar os seus hábitos. O leite, geralmente consumido nas refeições matinais, assim como a vitamina D, também é importante para os ossos. Isso por que ele carrega cálcio. 

Bife de fígado

Se você é um desses carnívoros que não se vê sem comer carne, uma boa notícia: se você escolher a carne correta, pode até absorver mais vitamina D. O bife de fígado de boi, por exemplo, é uma ótima pedida. 

 

Massagem modeladora, massagem redutora, drenagem linfática e criolipólise.

25/11/2019

Massagem modeladora, massagem redutora, drenagem linfática ou criolipólise.

O que escolher para preparar o corpo para o verão: massagem modeladora, massagem redutora, drenagem linfática ou criolipólise?

É só o calor chegar que começamos a pensar em como podemos conquistar aquele corpo que tanto desejamos no verão. 

Afinal, qual a melhor para mim: massagem modeladora, massagem redutora, drenagem linfática ou criolipólise? Vamos conhecer um pouco sobre cada uma. 

Massagem modeladora. 

A massagem modeladora, como o nome diz, tem como um dos objetivos modelar o nosso corpo. 

Tem como principal característica os movimentos fortes e rápidos. A ideia é que esses movimentos cheguem até as camadas mais profundas da pele para quebrar as células de gordura. 

A massagem também atua na circulação, acelerando o metabolismo nas regiões de tratamento. 

Como você deve imaginar, a massagem modeladora costuma ser aplicada em áreas de maior acúmulo de gordura, como abdômen, culote, glúteos. Ainda assim, pode também abranger áreas maiores do corpo, como coxas e costas. 

Além da redução da gordura localizada, a massagem modeladora também procura reduzir a celulite. 

A massagem pode ser aplicada com as mãos, mas a profissional pode escolher alguns acessórios, como rolos com ventosas ou bobinas com textura.

Massagem modeladora dói? Podemos dizer que não é confortável, mas não deve chegar a doer. Caso aconteça, é possível que o profissional esteja aplicando força além do necessário, e a cliente deve reclamar. 

Massagem modeladora deixa marca roxa? Não! Caso a massagem modeladora deixe o corpo com hematomas, com certeza foi aplicado força demais na região.

Qual a frequência do tratamento? A massagem modeladora não contém resultados definitivos. Por isso, a aplicação deve ser feita de uma a duas vezes na semana. Cada sessão dura em torno de 40 minutos.

Quais cosméticos podemos utilizar? Para massagens que necessitam de movimentos rápidos, é importante ter deslizamento. Por isso, óleos de massagem e são bem-vindos. Além disso, para oferecer aceleração do metabolismo e absorção de ativos, é comum utilizar termogênicos antes da aplicação da massagem modeladora.

Massagem redutora.

 

Massagem modeladora e massagem redutora.

Qual a diferença entre a massagem modeladora e massagem redutora?

Muito parecida e até confundida com a massagem modeladora, a massagem redutora possui os mesmos objetivos, aplicando ritmos acelerados e fortes durante a massagem. 

A diferença da anterior é que a massagem redutora é aplicada apenas em locais específicos, e direcionada apenas para essa região. 

Os principais locais são glúteos, quadris, culote, abdômen e coxas. 

A frequência do tratamento, acessórios e cosméticos utilizados são iguais aos da massagem modeladora.

Drenagem linfática.

Muito buscada em épocas de festas, principalmente no final de ano e carnaval. E o foco da drenagem linfática é eliminar o inchaço

Sempre que consumimos alimentos gordurosos ou bebemos álcool ou refrigerante, estamos ingerindo toxinas. Essas toxinas refletem em inchaço (ou edema) em nosso corpo. 

A gestação também pode causar inchaço, principalmente nos membros inferiores. Pernas e pés ficam inchadas devido ao acúmulo de líquidos, e quem já passou por isso, sabe como é difícil a sensação de “peso” nas pernas. 

A drenagem linfática utiliza movimentos leves e precisos para estimular o sistema linfático de seu corpo. O sistema linfático é o responsável por eliminar as toxinas, e faz isso através da urina, por exemplo. 

Assim, acelerando o processo do sistema linfático, as toxinas são eliminadas mais rapidamente. Inclusive, é normal sentir vontade de ir ao banheiro durante ou no final da sessão, viu? É apenas o seu organismo jogando fora as toxinas que causavam o inchaço. 

O resultados da drenagem linfática podem ser notados logo após a sessão, a olho nu. O inchaço logo desaparece. 

Tipos de Massagem e suas Características.

Com que frequência posso fazer a drenagem linfática?

Assim como as massagens citadas acima, a drenagem linfática não produz efeitos definitivos. Sempre estamos acumulando líquido e consumindo toxinas, então o inchaço tende a voltar com o tempo, principalmente no verão. 

Desse jeito, você pode realizar a drenagem linfática de 2 a 3 vezes na semana, de acordo com o seu objetivo. 

Como posso eliminar inchaço sem a drenagem linfática? Na verdade, mesmo que você faça sessões de drenagem, é interessante tomar algumas medidas para manter os resultados do tratamento por mais tempo. Por exemplo, beber água e fazer exercícios físicos ajudam a eliminar as toxinas e, por consequência, o inchaço. Além disso, faz muito bem para você e sua saúde. 

Quais são as contraindicações da drenagem? Em caso de infecções agudas, dor, calor, hipertensão ou hipotensão a drenagem não deve ser realizada. Outras contraindicações são em caso de febre, infecções cardíacas ou renais. 

 

Criolipólise.

Como funciona a criolipólise?

O que é a criolipólise?

Com certeza, uma das apostas mais fortes para quem busca a redução de medidas na estação mais quente do ano. 

A criolipólise, diferente de outros tratamentos que vimos até agora, é um procedimento realizado com equipamentos. E o que esse equipamento faz?

O aparelho de criolipólise foca o tratamento em regiões que possuem acúmulo de gordura, a velha e conhecida gordura localizada. Pode ser acoplado no abdômen, culotes, coxas, glúteos e até mesmo braços. 

Uma vez encaixado da maneira correta no local de tratamento, o equipamento cria um vácuo e faz uma sucção na região da gordura. E durante a aplicação, eleva a temperatura da região. Sim, é criolipólise, e todos lembramos do frio. Mas o equipamento precisa elevar a temperatura antes de resfriar intensamente, até uma temperatura negativa. Assim, as células de gordura são congeladas e, na sequência do tratamento, deixam o corpo. 

Essa técnica é conhecida como criolipólise de contraste

Cuidados com a criolipólise.

Apesar da criolipólise não ser um procedimento invasivo, não pode ser aplicado sem alguns cuidados. As temperaturas são extremas para a nossa pele, portanto nada de aplicar o equipamento direto no corpo. Para isso, usamos um acessório chamado de manta protetora, ou manta para criolipólise. 

A manta oferece proteção para sua pele, evitando queimaduras graves. Lembre-se: o equipamento nunca deve ser aplicado diretamente na pele. 

Criolipólise dói? Causa desconforto, mas quando aplicado de maneira correta e segura, não deve doer. Se sentir dor durante a aplicação, avise o profissional. 

Qual profissional pode aplicar? Fisioterapeutas, esteticistas, médicos ou biomédicos. 

Criolipólise tem contraindicações?

Sim, a criolipólise exige cuidados e atenção em alguns casos. Evite realizar em caso de infecções de pele, hérnias ou sensibilidade ao frio. É aconselhado que gestantes não façam o tratamento. 

Também é interessante destacar que a criolipólise não é uma técnica de redução de peso, e sim para redução de medidas. Portanto, não é a solução para pessoas com obesidade. 

Dicas. A criolipólise é um tratamento que exige cuidados especiais, e se realizado de forma irresponsável, causa cicatrizes e queimaduras. Por isso, pesquise muito bem a clínica que você escolherá para fazer o procedimento. Confira críticas e opiniões de clientes que já realizaram o mesmo tratamento no local e veja o que eles têm a dizer. 

Os efeitos da criolipólise não são definitivos, e exige um cuidado constante com o corpo. Sozinha, não resolve nada. Quem decidir fazer, precisa entender que uma dieta balanceada e exercícios físicos são mais importantes do que nunca para manter os resultados das sessões. 

Se você gostou desse texto, também pode gostar de 5 ativos poderosos para queimar gordura localizada. Leia agora mesmo.

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