Reflexologia e estética paliativa: somando tratamentos para o bem-estar.

28/10/2019

A reflexologia pode ser associada aos tratamentos estéticos.

A estética pode associar os tratamentos com a reflexologia.

Um fator interessante da saúde estética é que podemos associar com outras técnicas em busca do bem-estar. Por isso, hoje vamos falar sobre a reflexologia, lado a lado com a estética paliativa. Mas vamos começar do começo. 

O que é reflexologia?

Você já ouviu em acupuntura? A reflexologia é uma técnica que utiliza os mesmos pontos de tratamento que a acupuntura utiliza. Mas o que é a reflexologia, afinal de contas?

É uma técnica de massagem, que utiliza a pressão em determinados pontos do corpo para buscar bem-estar, relaxamento e saúde. Dentre os tipos de reflexologia existentes, temos a reflexologia das mãos, facial, corporal e por último, a reflexologia podal. Esta provavelmente seja a mais conhecida. 

Porém, a reflexologia é muito mais do que apenas uma massagem relaxante. Devemos entender um pouco sobre o sistema nervoso. 

O sistema nervoso é muito complexo, e para buscar simplificar, vamos dizer que é um sistema de conexões do corpo, formado por nervos e órgãos. O nosso cérebro, por exemplo, faz parte do sistema nervoso. A função do sistema nervoso é receber e interpretar variações externas e internas. Após receber essas variações através de músculos, glândulas, órgãos, tendões e articulações, o sistema nervoso transmite respostas ao corpo. Complexo, né?

Desse jeito, a reflexologia utiliza a pressão como influência externa para buscar o equilíbrio, a saúde e o bem-estar do corpo provocando reações no sistema nervoso. 

História da reflexologia. 

Até os dias de hoje, suas origens são incertas e as histórias divergem. Mesmo com várias incertezas, existe um consenso de que a reflexologia surgiu no oriente, mais especificamente na China. E mesmo que a China seja considerada o ponto de partida desta técnica, os relatos mais antigos da reflexologia datam de 2.500 anos A.C, no Egito. 

Segundo relatos, ou lendas sobre esta técnica, os soldados chineses podem ter sido os responsáveis pela descoberta desta técnica. 

Soldados chineses? Isso mesmo. A história, verídica ou não, é de que soldados chineses, quando iam para as batalhas de espadas, recebiam cortes em alguns pontos do corpo, e outros machucados e dores eram curados. 

A ciência oriental acreditava que, dentro de nosso corpo, uma energia está em circulação. O nome dessa energia é Ch’i (qi). Para a ciência oriental, essa energia vital passa por todo o corpo, da cabeça aos pés. Assim, a reflexologia podal, por exemplo, teria um efeito positivo no equilíbrio desta energia vital, o que afetaria o corpo inteiro. 

Hoje, sabemos que a reflexologia utiliza, na verdade, o sistema nervoso para buscar efeitos positivos no restante do organismo.

Objetivos. 

Esta técnica é comumente utilizada como um complemento do tratamento médico, e pode ter diversos objetivos. Alguns dos benefícios são:

. Redução de dores corporais.

. Eliminação de inflamações.

. Estimulação da corrente sanguínea. 

. Problemas gastrointestinais.

. Condições como estresse, ansiedade, depressão e insônia. 

Como a reflexologia pode complementar a estética paliativa?

A estética paliativa vem de uma necessidade de um público que sofre com doenças crônicas, como um câncer, e está passando por cuidados paliativos. Esses cuidados não são focados na cura, mas sim no bem-estar do paciente, procurando levar principalmente qualidade de vida. 

Tratamentos de câncer, por exemplo, são conhecidos por causar efeitos colaterais no corpo. Quem não lembra da cena ilustre da novela Laços de Família, onde a atriz Carolina Dieckmann corta os cabelos por estar em tratamento de câncer, não é mesmo?

Mas os tratamentos, por mais eficazes que sejam, não ocasionam apenas a queda de cabelo. Alterações na pele também são comuns. Sensibilidade e dor são reflexo do ressecamento extremo de partes do corpo, que pode gerar feridas e dificultar o dia a dia do paciente. Tarefas muito simples como lavar louça se mostram complicadas. 

A estética paliativa busca levar conforto e bem-estar através dos cuidados da saúde estética, utilizando cosméticos extremamente hidratantes para a recuperação da pele do paciente. Assim, a estética paliativa deve ser utilizada de forma complementar ao tratamento da doença crônica. 

Entretanto, doenças crônicas, as quais costumam ameaçar a vida, vem acompanhadas de outros aspectos sensíveis e que precisam de atenção. São esperados alguns fatores, como ansiedade, nervosismo, fadiga, insônia, entre outros. Tão importantes quanto as feridas físicas, estas também precisam de atenção e tratamento. Você pode saber mais sobre a estética paliativa lendo Estética Paliativa: tudo o que você precisa saber

E a reflexologia? 

Pode entrar como um adendo ao tratamento de estética paliativa, principalmente focando nos problemas psicológicos. A reflexologia conhece pontos de pressão para reverter a dor em pontos físicos e psicológicos. Assim, a estética paliativa se encarrega da recuperação da pele, e a reflexologia, dos pontos psicológicos e incômodos do corpo.

Os cuidados paliativos precisam ser vistos como um todo, fisicamente e psicologicamente. Perceba que, quando vemos dessa forma, a estética paliativa e a reflexologia são complementares. 

Entretanto, utilizar os pontos de pressão não é uma tarefa simples, e exige muito estudo. Conheça um pouco sobre o mapa de pontos de pressão da reflexologia podal. 

A reflexologia podal possui um mapa de pontos de pressão.

Mapa de pontos da reflexologia podal.

E aí, gostou da matéria sobre a reflexologia e a estética paliativa? Deixe um comentário e nos diga o que achou.

 

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Cuidados paliativos na estética: tudo que você precisa saber.

21/10/2019

Qual a relação entre cuidados paliativos e estética?

O que esperar de um cliente em cuidados paliativos?

Você já deve ter ouvido falar em cuidados paliativos. Essas duas palavras ganham uma dimensão cada vez maior, sobretudo com o aumento de casos de câncer por ano.

E uma área que está crescendo e recebendo notoriedade é a estética paliativa: cuidados paliativos na estética.

Cuidados paliativos: o que são?

O cuidado paliativo está relacionado à doenças crônicas, como por exemplo, o câncer. Doenças crônicas são doenças que geralmente não podem ser resolvidas em um curto espaço de tempo, se tornando definitivamente ou provisoriamente, parte da vida do paciente.

Logo, os cuidados paliativos chegam com o objetivo de levar conforto aos pacientes de doenças crônicas, como câncer, diabetes, AIDS ou doenças autoimunes.

O foco dos tratamentos paliativos é na qualidade de vida do paciente, enxergando a pessoa antes de tudo, e não a doença. Portanto, não possui intuito curativo. Assim, os cuidados paliativos, segundo a Organização Mundial de Saúde, podem se estender até a família do paciente. Já ouviu falar que, quando alguém adoece, a família adoece junto? Por isso, os cuidados paliativos focam também a qualidade de vida da família que acompanha o dia a dia do paciente.

É importante ressaltar que aceitar os cuidados paliativos não significa que não há mais o que se fazer pelo paciente. Pelo contrário, significa que há vida! Significa que alguém possui uma doença crônica e que precisa de atenção. Devemos entender que o diagnóstico de uma doença grave geralmente vem acompanhado de conflitos psicológicos, baixa autoestima, alterações físicas, questões sociais e espirituais.

Portanto, os cuidados paliativos têm o objetivo de levar mais tempo de vida com qualidade ao paciente.

Principais alterações de pele na oncologia.

Os tratamentos oncológicos, apesar de necessários e eficientes, podem ser bastante agressivos e trazer efeitos colaterais para a pele do paciente. Estes efeitos colaterais podem variar de pessoa para pessoa, com intensidades diferentes e de acordo com o tipo de tratamento que ela está recebendo.

Os efeitos colaterais mais comuns são os seguintes.

Síndrome mão-pé. Mãos e pés podem ser muito afetados durante um tratamento oncológico, geralmente sofrendo alterações ao mesmo tempo. Os efeitos mais notados são vermelhidão, inchaço, sensação de formigamento e queimação.

Estas sensações também podem vir acompanhadas de rachaduras, descamação, bolhas, feridas e dor.

A síndrome mão-pé afeta severamente o dia a dia do paciente, podendo afetar muito o seu estilo de vida. Usamos nossas mãos para manusear todos os objetos necessários em nossa volta, e os pés para caminhar.

Assim, uma ação simples como ir até a padaria, se torna um desafio.

Inchaço e desconforto. Devido à toxicidade da quimioterapia, é comum o paciente apresentar inchaço. Resultado da retenção de líquido.

Além dos edemas causados pela quimioterapia, existem alguns tipos de câncer que ocasionam retenção de líquido e inchaço. É o caso do câncer de rim, por exemplo.

Mucosite. Com os tratamentos afetando o funcionamento do organismo, a imunidade cai e as mucosas são afetadas. Assim, as mucosas da boca, por exemplo, ficam vermelhas, e podem apresentar feridas, dor e até mesmo fissuras.

Radiodermite. A radioterapia é um tratamento oncológico, que utiliza a radiação para matar as células cancerígenas pontualmente. Portanto, diferentemente da quimioterapia, que afeta o organismo inteiro, a radioterapia trabalha apenas no local de tratamento.

A radiação da radioterapia costuma ser agressiva e, dependendo do número de sessões, causa bastante desconforto e causar a radiodermite.

A radiodermite se apresenta em até 4 graus.

Grau I. Avermelhamento leve na região, e descamação de pele.

Grau II. Avermelhamento e edema. Pode apresentar dor e ter presença de bolhas.

Grau III. Descamação com umidade, abrangendo uma área extensa. Inchaço costuma estar presente.

Grau IV. Necrose no local de tratamento, com sangramento, dor e infecções secundárias.

Cosméticos são seguros em cuidados paliativos?

 

Cuidados paliativos e cosméticos.

Quais cosméticos pacientes em cuidados paliativos podem usar?

Como muitos dos pacientes oncológicos ou com outras doenças crônicas apresentam sensibilidades e até mesmo lesões na pele, deve-se sim ser seletivo com o que aplicar no corpo.

Cosméticos são seguros? É uma pergunta justa, e a resposta é SIM, mas apenas os cosméticos corretos.

E o que são os cosméticos corretos para pessoas em cuidados paliativos?

Existem ingredientes que podem ser irritantes e alergênicos para pessoas com peles sensíveis, como é o caso de pacientes com doenças crônicas.

Até mesmo o perfume do cosmético pode ser irritativo ou enjoativo. A pele pode sofrer uma reação alérgica e piorar a situação da lesão.

Então, quais ingredientes precisamos evitar?

Um cosmético é formado por uma série de ingredientes que permitem que sua vida útil seja estendida e que o produto possua a consistência necessária. Esses ingredientes são conservantes, umectantes, solubilizantes, entre outros.

É comum, ao comprarmos algum cosmético, enxergarmos apenas o ativo.

Mas quando você aplica um cosmético em seu corpo, toda a formulação dele é absorvida, e não apenas o ativo. Portanto, precisamos ficar atentos aos ingredientes do cosmético, especialmente em casos de peles sensíveis, como é a pele do paciente oncológico.

Parabenos.

Os parabenos já são conhecidos pelo público. Estes compostos químicos são utilizados como conservantes nos cosméticos, com a função de proteger o produto de fungos e bactérias.

Porém os parabenos representam um risco para a saúde pelo modo que se comportam em nosso corpo, agindo como o estrogênio. Assim, ele funciona como o próprio hormônio, causando um desregulamento hormonal, alterando ciclos menstruais, afetando os ovários, gerando alterações inestéticas como celulite e acne, e podendo afetar inclusive a fertilidade.

Você pode encontrar os parabenos no rótulo dos cosméticos, na parte dos ingredientes, como butylparaben, methylparaben, propylparaben, entre outros.

Óleo mineral.

O óleo mineral, com certeza, é um dos ingredientes mais utilizados nos cosméticos comuns. Essa substância vem do petróleo, e funciona como um veículo de ativos. O óleo mineral ocasiona o tamponamento dos poros, reduzindo a absorção e por consequência, a eficácia do cosmético. Também pode ser responsável por causar reações alérgicas e inflamatórias.

Você pode encontrar o óleo mineral no rótulo dos cosméticos, na parte dos ingredientes, como mineral oil, paraffin, paraffinum liquidum, petrolatum, entre outros.

Propilenoglicol.

Essa substância é utilizada como umectante, ou seja, é o que dá “liga” no cosmético, mantendo a consistência. O propilenoglicol possui moléculas altamente reativas que desenvolvem alergia de contato e sensibilização da pele. 

Você pode encontrar o propilenoglicol no rótulo dos cosméticos, na parte dos ingredientes, como dipropylene glycol caprylate, dipropylene glycol dimethyl ether, entre outros.

Liberadores de formol (formaldeído).

Liberadores de formol são conservantes comuns em cosméticos brasileiros. Em outros países, como Japão, que possui regras mais rígidas sobre os cosméticos, foram proibidos. O formaldeído nada mais é do que moléculas altamente reativas, capazes de causar inclusive o câncer.

Você pode encontrar os liberadores de formol nos ingredientes dos cosméticos, procurando por DMDM HYDANTOIN, Formaldehyde, Paraformaldehyde, Polyoxymethylene Urea, entre outros. 

BHT.

Apesar de não fazer mal para outras pessoas, o antioxidante BHT é contraindicado para pacientes oncológicos.

O que o profissional de estética paliativa deve esperar?

O profissional de estética que deseja também atender pacientes em cuidados paliativos precisa estar preparado. E o primeiro passo é entender que, cada tratamento de estética paliativa é diferenciado. É impossível comparar a estética paliativa com qualquer outro atendimento estético.

Tratamento paliativo em pés.

Paciente, antes da aplicação do Reviver Creme para Pés.

 

Foto de "depois" do tratamento com Reviver para Pés.

Paciente, dois dias após a aplicação do Reviver Creme para Pés.

É preciso entender que a estética paliativa vai atender pessoas que estão cara a cara com uma possibilidade de morte. Portanto, o preparo psicológico do próprio profissional não pode ser deixado de lado. É importante frisar isso pois um profissional mais preparado psicologicamente será capaz de proporcionar maior bem-estar ao paciente em cuidados paliativos.

Linha Reviver, para cuidados paliativos na estética.

Da necessidade de um público seleto e da pureza que a Buona Vita carrega há 31 anos, nasce a linha Reviver, para recuperação da pele de pacientes oncológicos.

Com a tecnologia exclusiva HDNR System, os cosméticos foram desenvolvidos com o propósito de hidratar, dessensibilizar, nutrir e recuperar a pele.

Mas acima de tudo, a linha Reviver existe para levar bem-estar para pessoas em cuidados paliativos.

Para isso, a linha Reviver é formada por cosméticos profissionais e home care, para uso pessoal.

Reviver para profissionais.

Kit Reviver profissional, para cuidados paliativos.

Cosméticos profissionais para cuidados paliativos.

O esteticista precisa estar preparado para receber um cliente em tratamento paliativo em sua clínica, e entender qual a melhor abordagem para esse caso específico.

Por isso, criamos o Reviver Paliar Creme Reparador e o Reviver Paliar Flan Reparador. Ambos apresentam um ótimo deslizamento, sendo ideal para que o profissional possa fazer drenagem linfática, massagens relaxantes ou manobras terapêuticas.

A pele adota um sensorial aveludado, conservando a hidratação natural da pele. Recuperam a barreira cutânea e reduzem a sensibilidade da pele, diminuindo também o desconforto.

Reviver Home Care.

Cosméticos para uso individual, para cuidados paliativos.

Cosméticos home care para cuidados paliativos.

A linha home care é formada por quatro produtos, com finalidades específicas para as alterações sofridas pelos pacientes em cuidados paliativos devido aos tratamentos oncológicos.

Também desenvolvida seguindo o HDNR System, cada um destes produtos tem uma especialidade.

Reviver Creme para Mãos.

As mãos são nossas maiores ferramentas, e utilizamos ela todos os dias para realizar inúmeras tarefas. Desde cozinhar até amarrar os cadarços, elas estão lá. E qualquer machucado é desconfortante.

O Creme para Mãos combina duas manteigas intensamente hidratantes: karité e cupuaçu. Os ativos deixam a mão com sensação aveludada, protegendo como uma luva natural.

Reviver Creme para Pés.

Junto com as mãos, os pés também são nossas ferramentas, e utilizamos para nos locomover, entre outras coisas. Nossos pés costumam ficar fechados e abafados por boa parte do dia.

Por isso, o Creme para Pés oferece hidratação e ação bacteriostática, impedindo a proliferação de microrganismos que possam prejudicar a saúde da pele. Com ativos extremamente hidratantes como óleo de semente de uva, oferece refrescância, alívio e maciez com ação 24h.

Reviver Loção Hidratante.

A síndrome mão-pé é uma das mais comuns entre pacientes oncológicos, porém a pele do corpo inteiro pode sofrer alterações e sensibilidade. Para isso, a Loção Hidratante é ideal para a pele de todo o corpo, e possui um conjunto de ômegas que buscam a reparação da pele com ácido hialurônico, promovendo a hidratação, o preenchimento cutâneo e a elasticidade. Contém extrato de aveia, d’pantenol e óleo de semente de uva.

Reviver Loção Termal.

Cremes são ótimos para recuperar a pele sensível e extremamente desidratada, mas e quando a pele está queimada? A sensação de queimação não é incomum no tratamento de radioterapia. No entanto, não é agradável tocar a região de tratamento com um creme até este ser absorvido. Por isso, a Loção Termal é um spray, sem necessidade de massagear o local de tratamento para acontecer a hidratação. O spray Loção Termal proporciona bem-estar, alívio e refrescância, nutrindo a pele. Com absorção rápida, deixa a pele com sensação de maciez.

O que acha de conhecer nossas outras linhas humanizadas? Saiba mais sobre a Humanizar, para lifting de mamas, e sobre a Gestar, específica para gestantes. 

Gostou desse blog post? Ficou com alguma dúvida? Comenta aqui embaixo e a gente responde bem rapidinho!

Autoexame de mama: o passo a passo correto.

14/10/2019

Mulher realiza o autoexame de mama.

O autoexame de mama é simples e rápido de diagnosticar o câncer.

Nesse mês, vamos falar muito sobre a saúde da mulher e sobre o autoexame de mama. E não poderia ser diferente, se tratando do outubro rosa.

É comum, principalmente neste mês, vermos campanhas de outubro rosa por todo canto. Porém, você sabe como realizar o autoexame de mama sozinha? Conheça um passo a passo muito simples e fácil para prevenir o câncer de mama.

Autoexame de mama em três passos.

Sabemos a importância de fazer o autoexame todos os dias, e para que não fique abstrato, você vai conhecer as três etapas de um autoexame de mama.

1. Em frente ao espelho.

Você pode começar em frente ao espelho do seu banheiro, em pé. Aqui, o autoexame de mama não se faz com as mãos, mas com os olhos.

Posicione as mãos na cintura e faça força com o peitoral, com os ombros para trás, até sentir “abrir” os músculos da região. Observe se existem diferenças de formato, tamanho, tom de pele ou feridas em alguma das mamas.

2. No banho.

Levante um braço atrás da cabeça, e com o outro, examine a mama. Utilize os dedos para fazer movimentos circulares. Comece do mamilo e faça uma espiral, chegando até a axila.

Depois faça o movimento em linha reta, para cima e para baixo respectivamente. Realize movimentos retos em todas as direções com o mamilo como ponto inicial.

Apalpe a axila e aperte o mamilo. Perceba se algum líquido está vazando.

3. Deitada.

Posicione um travesseiro em suas costas, abaixo da mama que fará o autoexame. Levante o braço e deite a cabeça na mão. Com a outra, faça os mesmos movimentos que realizou na mama e na axila.

O que procurar no autoexame de mama?

Beleza, agora você já sabe como fazer o autoexame, mas o que você precisa procurar mesmo? Criamos uma lista com 9 alterações que você precisa prestar atenção toda vez que fizer o autoexame.

1. Nódulos ou caroços nas mamas ou axilas.

Este é o que toda mulher sabe que precisa procurar quando faz o autoexame. Caroços que não deveriam estar ali podem ser sinal de câncer de mama.

Também é interessante relatar que apesar de o exame identificar câncer nas mamas, é importante conferir a área das axilas.

2. Mudança de tamanho na(s) mama(s).

Esta alteração você pode observar já na primeira etapa do autoexame, em frente ao espelho. Se uma mama está de um tamanho diferente de antes, ou com um sinal de “afundamento”, é indicação de que algo pode estar errado.

3. Vermelhidão ou ardência na região das mamas.

Sinais de irritação como pele vermelha e coceira podem estar tentando dizer que alguma coisa está acontecendo. Talvez seja hora de ir a um médico.

4. Feridas nas mamas.

Assim como a vermelhidão e irritação, feridas obviamente também podem ser motivo de atenção. Por mais insignificante que pareça, uma ferida não se forma sozinha. Vá até o médico se estiver com machucados nas mamas ou nas axilas.

5. Textura da pele.

O câncer de mama muitas vezes pode ser diagnosticado nos detalhes. Mudanças na textura da pele podem ser o bastante. Melhor ir ao médico conferir, não acha?

6. Dor constante.

Está sentindo dores sem motivo aparente? A dor sempre é um aviso de nosso organismo, nos dizendo que de algo está errado.

7. Veias dilatadas.

Se as veias da região das mamas se tornam dilatadas e passam a se destacar na pele, procure um médico.

8. Mudança no formato do mamilo.

Uma mudança de formato em algum mamilo pode ser um sinal de que o seu corpo precisa de atenção.

9. Saída de secreção dos mamilos.

Esta alteração pode ser detectada no segundo e terceiro passo do autoexame de mama. Aperte levemente o mamilo, e perceba se algum líquido é expelido. Se sim, é hora de ir até o médico.

Qual o momento certo de fazer o autoexame de mama?

Você pode e deve fazer o autoexame todos os dias. Mas sabia que existe um momento do mês ideal para fazer este exame? Após o período menstrual.

Isso por que durante a menstruação, suas mamas podem ficar inchadas e acumular líquidos, aparentando nódulos ou caroços. Porém, estes logo desaparecerão após a menstruação.

Câncer de mama em homens?

Sim, esta doença também pode se apresentar em homens, por mais raro que seja.

O câncer de mama é o câncer das células do tecido mamário. E mesmo que muitas pessoas esqueçam (ou não saibam), os homens também possuem tecido mamário.

Entretanto, a estimativa é de que apenas 1% dos homens venham a desenvolver este câncer, diferente da estimativa esmagadora das mulheres, em que a cada 8 mulheres, 1 desenvolverá o câncer de mama.

Os sinais do câncer de mama nos homens são os mesmos que nas mulheres.

Depois de todas essas informações, você já sabe o que fazer, não é? Faça o autoexame de mama sempre que puder para prevenir e cuidar de sua saúde.